sexta-feira, 18 de abril de 2008

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Hoje me deparei com meu filho de 4 anos com um encarte de supermercado dizendo: "que legal um monte de Skol". Eu me espantei, pois aqui em casa ninguém toma bebida alcoólica e ele praticamente só assiste aos canais infantis da TV por assinatura. Pensei e percebi que costumo assistir aos jornais da TV aberta, onde qualquer tipo de propaganda te bombardeia a todo momento.
todo mundo aprovou quando as propagandas de cigarro pararam de passar na TV, mas a indústria dessa droga lícita que é a bebida alcoólica é tão forte que hoje eles apenas dizem para não beber se for dirigir. Como nós queremos que nossos jovens não bebam com essa imagem de boazudas e tudo numa boa que as marcas de cerveja transmitem?
Adorei uma propaganda do governo, que aliás ficou no ar pouquíssimo tempo, onde mostravam pessoas bebendo felizes e depois se dando mal... Abaixo ao merchandising do álcool!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Bons Exemplos

Bons exemplos devem ser seguidos, e o mais importante não devemos ter vergonha de atitudes de boa índole. Hoje o que impera é a lei do mais forte, a lei do jeitinho, a lei do deixa comigo...
E eu penso como isso pode nos guiar? Só pode ser ao caos, pois numa sociedade onde crime contra o patrimônio público é só mera improbridade administrativa, onde nós vamos parar?
Já que não temos grandes líderes a quem possamos seguir de exemplo, vamos tentar com passos de formiguinha tentar mudar a mentalidade dentro da nossa casa, e depois no nosso quarteirão, depois no bairro todo, até atingirmos um grau de atitudes rotineiras e boas...
Não acredito que o poder corrompe, o que corrompe são os maus exemplos, quando algum líder conseguir com ética exercer o seu dever e não o poder, pois o errado é acreditar que o cargo que ocupa lhe dá poderes sobre os outros, não, um cargo público lhe dá deveres perante uma sociedade que confia e por isso lhe delegou essa tarefa. Vamos ser atuantes para que assim possamos conseguir mudar o nosso comportamento e assim servir de exemplo aos outros, e como uma corrente do bem um dia todos agiremos com ética.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Dengue

Hoje eu parei para pensar o quão cruel e sensacionalista é nossa mídia. Muitas pessoas estão morrendo de dengue todos os dias no Rio de Janeiro e no Brasil todo, mas depois da morte de Isabela, a mídia só fala disso a semana toda. É claro que foi cruel, mas vamos parar de pensar só coisa ruim sobre quem fez ou deixou de fazer essa crueldade. Vamos orar para que o espírito dessa menina encontre paz, e assim também o espírito de quem cometeu essa atrocidade se equilibre. Porém vamos pensar nas vítimas de uma sociedade sequestrada por um mísero mosquito que mata. Isso também é cruel.
Cada um deve fazer sua parte para matar o mosquito. E o Poder Público tem a obrigação de dar atendimento às pessoas contaminadas, tem o dever de vistoriar as casas em busca de foco, tem o dever de controlar essa praga que estava quase extinta e que vem matando brasileiros há anos.
Cada um de nós deve fazer a sua parte, colocar a mão na consciência e fazer o que for possível para ajudar a acabar com esse mosquito, nós podemos contribuir não deixando com que o mosquito não faça foco na nossa casa, acondicionando garrafas, não deixando água acumulada em vasos de plantas. Mas também podemos contribuir a nossa volta, não devemos virar as costas para uma garrafa jogada na rua, e sim devemos pegá-la e colocá-la no lixo, dando bom exemplo a ser seguido.
Fico pensando na falta de médicos para atender as vítimas do mosquito no Rio de Janeiro, e se cada médico do Rio doasse duas horas do seu dia em favor da comunidade será que mais pessoas poderiam sobreviver por receber atendimento mais cedo?
Nossa sociedade só pensa no valor que o dinheiro traz através da profissão e não no real valor social que esta profissão tem.
Vamos arregaçar as mangas, pois ninguém está livre dessa endemia.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Respeito

Outro dia ao entrar no estacionamento do supermercado, reparei que as vagas para portadores de necessidades especiais estavam ocupadas, e me perguntei:
- Será que todos esses carros pertencem ou transportam pessoas especiais?
Então vi uma mulher toda arrumada, de salto alto, toda apressada se dirigir a um dos carros. Fiquei com muita raiva e depois com uma tristeza muito grande em perceber que as pessoas não têm o mínimo de consideração com os outros.
A desculpa daquela mulher poderia ser que estava com pressa e que a vaga estava vazia.
- Mas que pressa é essa que você não pode perder cinco minutos procurando uma vaga?
- Por que esquecer a caridade e usar a vaga de quem realmente tem problemas de locomoção, por exemplo?
As pessoas só se preocupam com elas mesmas, não tem a capacidde de ver o lado dos outros. Se todos nós agissemos de uma forma mais ética, uma ética social, de fazer somente aquilo que gostariamos que fizessem para nós viveríamos em um mundo melhor.
Outro exemplo são as filas para gestante, idosos e deficientes, já me deparei tantas vezes com pessoas que não se enquadravam em nenhuma dessas opções e no entanto param nessas filas como se nada de errado estivessem fazendo.
- Por que? Só para ganhar alguns míseros minutos?
Existem muitas atitudes de comportamento no nosso cotidiano que mostram o desinteresse de uns pelos outros, poderia escrever sobre isso horas sem fim...
Pensem na sua conduta:
- no ônibus,
- no trânsito,
- em restaurantes,
- em filas,
- no estacionamento,
- na escola...